04 de Dezembro 2018

TJRN recebe Prata na premiação Selo Justiça em Números, concedido pelo CNJ

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte fechou o ciclo de recuperação das metas de produtividade e celeridade no julgamento de processos ao receber nesta segunda-feira/03, em Foz do Iguaçu, durante o 12º Encontro Nacional do Poder Judiciário, o Selo Prata, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça, dentro da premiação Justiça em Números. No ano passado, o TJRN chegou ao Selo Ouro e se colocou entre os mais produtivos tribunais do país, posição que mantém com o Selo Prata com que foi agraciado ontem. Com as duas premiações, o TJRN quebrou o ciclo de selos Bronze e saiu das últimas colocações para ficar entre os 42 tribunais mais produtivos do Brasil, considerando os que recebem selos Diamante, Ouro e Prata.

Criado em 2013, o Selo é um reconhecimento dado aos tribunais que investem na excelência da produção, gestão, organização e disseminação de suas informações administrativas e processuais. Foi a avaliação desses critérios que deu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte a colocação Ouro, em 2017, e Prata, nesta segunda-feira. A premiação possui as categorias Diamante, Ouro, Prata e Bronze. Desde o ano passado, a participação dos 91 tribunais brasileiros na premiação passou a ser obrigatória.

A secretária de Gestão Estratégica do TJRN, Karine Symonir, elenca a melhoria da qualidade dos dados, a maturidade da governança em tecnologia da informação e a expansão do processo judicial eletrônico para todas as comarcas como as ações empreendidas pelo Judiciário potiguar que tiveram maior impacto para o resultado alcançado. Além delas, a realização de audiências e consultas públicas pela administração do TJRN e uma gestão colaborativa voltada para uma integração nacional entre tribunais também foram levados em conta na pontuação.

A melhoria na prestação de serviço ao cidadão é a meta perseguida pela gestão do desembargador Expedito Ferreira, presidente do TJRN, que implementou diversas medidas para o aumento da produtividade e estruturação dos serviços judiciários, valorizando também os recursos humanos do Poder Judiciário potiguar.

Fonte: TJRN

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